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Redes sociais ajudam a prender criminosos | abril 7, 2011

As redes sociais vêm se tornando fortes aliadas na resolução de crimes. O compartilhamento de informações sigilosas, assim como pistas de contatos de criminosos e rastreamento de indivíduos são algumas das vantagens encontradas nas redes para ajudar em casos criminais.

Em matéria da UOL, foram dados alguns exemplos de criminosos que foram capturados com a ajuda do monitoramento on-line.

Conheça alguns casos curiosos:

“Rodney Knight, de 19 anos, invadiu uma casa, tirou uma foto de si mesmo ostentando o dinheiro roubado e postou no mural do Facebook da vítima. O dono da casa, que por sinal é jornalista, não hesitou em espalhar a foto por diversos veículos da imprensa. A polícia de Washington (EUA) não teve dificuldades em prendê-lo, pois era conhecido por outras ocorrências. Um dos policiais que ajudou na prisão classificou Rodney como o criminoso mais estúpido que já viu”

“Giselle Penagos foi atropelada pela própria prima, Melanie Snanopoulos (foto). E tudo por conta de ciúmes no Facebook. O caso aconteceu porque um rapaz, cobiçado pelas duas moças, aceitou um pedido de amizade virtual de Giselle, mas ignorou sumariamente o de Melanie. Irritada e fora de si, Melanie discutiu com sua prima dentro do carro, pediu para que ela descesse e a atropelou sem dó. Melaine declarou-se inocente em audiência na corte de Hempstead, Nova York. Ela foi liberada após o pagamento de US$ 10 mil de fiança.”

“Richard Leon Barton, morador do estado de Michigan (EUA) é acusado de bigamia, mas só foi descoberto graças ao Facebook. Ele publicou fotos de seu casamento mais recente, mas não sem antes bloquear a “outra” e mais antiga esposa, a qual havia conhecido em 2004, pela internet. A esposa ”original” achou estanho não conseguir acessar o perfil do marido. Passou então a buscar por referências nos perfis de contatos em comum. Foi quando encontrou as fotos do matrimônio paralelo. De acordo com as leis do Estado, se for condenado, o segundo casamento de Richard pode ser anulado.”

“Brian Westerfield foi tão estúpido, mas tão estúpido, que, logo após ter roubado um celular, atendeu a uma ligação de um suposto comprador para o aparelho. E, claro, quem poderia ligar já sabendo do roubo além da vítima e da polícia? Nesse caso, um policial se passou por comprador para ludibriar o ladrão e marcou um ponto de encontro para que pudesse “comprar” o aparelho. Brian foi ao encontro (sem suspeitar de nada) e só lá percebeu ser vítima de uma emboscada tentou correr. Mas foi facilmente capturado pelos policiais.”

“Um casal norte-americano foi parar atrás das grades porque a noiva publicou um foto no Facebook ostentando sua aliança de noivado. Detalhe: era roubada. Crystal Yamnitzky talvez não soubesse que seu noivo, Robert Driscoll, havia furtado à jóia, coberta de diamantes. A família do rapaz alegou que Crystal pedia constantemente o presente ao rapaz que, acuado e sem dinheiro, encontrou no roubo a saída para a situação. Resultado: os dois foram indiciados.”

“No começo do ano, Pradeep Manukonda enviou uma série de mensagens (virtuais e não virtuais) a Mark Zuckerberg, CEO do Facebook. Nos recados, Pradeep pedia ajuda a todo custo: “Por favor, me ajude, Mark. Eu estou muito cansado e exausto. Devo toda minha vida ao Facebook. Por favor, me ajude. Só assim estarei pronto para morrer por você”. Além disso, o perseguidor tentou entrar na sede do Facebook e rondou a residência do jovem empresário. Zuckerberg conseguiu uma ordem judicial para manter Pradeep pelo menos 200 metros longe dele próprio e de todos seus familiares.”

“História mal explicada: a empresa de Robert Dicks, ex-condenado por pedofilia, divulgou um anúncio com a imagem do Pedobear e com as iniciais CP. O problema é que o ursinho é usado na internet para tirar um sarro com pedófilos. Além disso, as iniciais CP podem significar “Child Pornography” (pornografia infantil, em português). Centenas de pessoas ligaram para sua empresa e reclamaram sobre a publicação. Dicks alega que não sabia do anúncio e que os responsáveis são os funcionários da empresa que o criou.”

“Ao invadir uma casa, Cody Wilkins, de 25 anos, foi descoberto pelo filho do dono, que gritou até o intruso sumir pulando a janela. A polícia foi acionada e, ao chegar, fez uma verificação nos cômodos. Qual não foi a surpresa quando os policiais avistaram um celular carregando na tomada de em um dos cômodos. Nem o aparelho, nem o carregador pertenciam a nenhum dos moradores, mas ao ladrão. Os policiais ligaram para o último número discado no aparelho e disseram que o dono havia sofrido um acidente. Assim, conseguiram todos os dados do ladrão e o prenderam.”

“Zachary Garcia deu uma busca no Google e descobriu que sua foto, a mesma que tirou para ilustrar a carteira de motorista, estava sendo divulgada como sendo a de um criminoso. A confusão aconteceu porque o verdadeiro suspeito de um crime de latrocínio (roubo seguido de morte), na cidade de Davenport, chama-se Zachery Garcia, com “e”. Segundo o jornal local, a troca de identidades teria ocorrido quando a delegacia da cidade divulgou o nome dos suspeito e confundiu as letras.”

(imagem ilustrativa)

“Uma senhora de 60 anos foi pega no aeroporto de Ben Gurion, em Israel, tentando contrabandear 44 iPhones. Ela escondia aparelhos embaixo da roupa. Segundo o jornal “Haaretz”, a mulher foi detida depois que scanners corporais acusaram os aparelhos escondidos pelo corpo todo, incluindo as meias. Ela voltava de Londres, Inglaterra. De acordo com os funcionários do aeroporto, a senhora fazia bastante esforço para andar, o que chamou a atenção de todos no local.”

“Rachel Ann Hicks, de 36 anos, mãe de três adolescentes, aliciou um garoto de 13 anos usando o serviço de chat da rede para games da Microsoft, a Xbox Live. Segundo a NBC, para cometer o crime, Rachel passou-se por uma jovem de 23 anos. Depois, o relacionamento aprofundou-se para troca de e-mails e conversas telefônicas. Em algumas das mensagens, Rachel enviou conteúdo pornográfico para seduzi-lo. Rachel está presa sob suspeita de estupro e pedofilia e não tem direito a fiança.”

“A estudante brasileira Mayara Petruso ficou conhecida depois de postar uma mensagem considerada preconceituosa no Twitter, após a vitória da então candidata à presidente Dilma Rousseff: “Nordestino [sic] não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”. Mayara foi processada pelos crimes de racismo e incitação pública de ato delituoso, no caso, homicídio.”

“O inglês Amit Sharma, de 34 anos, foi preso depois de ficar rico vendendo roupas falsificas no site de compras virtuais mais famoso do mundo, o eBay. Segundo o jornal “Daily Mail”, no período de quatro anos, Sharma arrecadou mais de 1 milhão de Libras, a moeda vigente na Inglaterra, entre bens e imóveis (mais de R$ 2,6 milhões). Empregando mais de 30 codinomes diferentes para burlar a fiscalização, Sharma utilizou o eBay para distribuir pelo mundo peças de roupas de grifes famosas, como “Diesel” e “Abercrombie and Fitch”.”

 

“David Bradt, de 24 anos, confessou ter violentado quatro garotas menores idade na cidade de Colonie, em Nova York (EUA). Segundo a polícia local, ele as conheceu por meio da rede social Facebook, na qual reuniu mais de 700 contatos, a maioria de menores de idade. Segundo os dados divulgados pela polícia, as vítimas têm entre 15 e 16 anos. Ele foi condenado a 16 anos de prisão”.

 

“Paola Letizia – de 44 anos – não hesitou em chamar a polícia quando notou que sua casa virtual no jogo Pet Society havia sido violada. O ladrão roubou US$ 140 em mobílias, roupas e presentes que Paola dera a seu gato virtual de estimação, o “Blue Cat”. Aliás, o bichano foi à única coisa que ele não levou. O Pet Society é um dos jogos mais populares do Facebook e reúne cerca 12 milhões de usuários. Apesar de o roubo virtual não configurar crime previsto em lei, o ladrão ainda pode ser enquadrado por ter invadido as contas de e-mail e Facebook de Paola.”

Um taxista da cidade de Nottingham, na Inglaterra, perdeu o emprego depois de divulgar no Youtube filmagens comprometedoras de seus passageiros. Colin Hedley usou a câmera de segurança do táxi para captar confissões e, segundo ele, expor “o tipo de pessoa que sai à noite para infringir a lei ou ser infiel”. Hedley chegou a postar quatro vídeos na rede. Todos eles expõem conversas íntimas de seus passageiros sobre sua vida pessoal ou situações constrangedoras.”

 

O que você pensa a respeito da ajuda das redes sociais para a justiça? Deixe seu comentário!

 

FonteUOL

 


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